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Defesa Civil e Promotoria de Joaquim Gomes visitam Escolas da cidade

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A Defesa Civil de Alagoas acompanhada do Ministério Público e Batalhão Escolar, visitaram os prédios que estão passando por reformas e os locais onde foram instalados salas de aulas provisórias no município de Joaquim Gomes.

Há cerca de 30 anos, os prédios das Escolas não passavam por maiores reparos. As Obras em três escolas estão sendo executadas desde o começo do mês de julho. No dia 11 de julho, um dos locais que iriam servir como Escola provisória acabou desabando, o Ginásio de Esportes Wilton Fragoso iria abrigar a Escola Rainha da Paz, que está passando por reformas.

Com 85 assinaturas, um abaixo assinado com pais de alunos provocou o Ministério Público e a Defesa Civil, que realizou uma série de vistoriais nos prédios onde serão abrigados os alunos. O Sargento Sander, representante da defesa civil, visitou os locais onde serão abrigadas as crianças e adolescentes da rede pública. O Ginásio de Esportes das Escolas Cícera Santos e Maria do Carmo, onde as divisórias para as salas de aulas foram feitas com tapumes.

Sander explicou ao 40graus que não encontrou nenhum risco na Estrutura das localidades, porém, notificou a Prefeitura e a Secretaria da Educação, para que em um prazo de 15 dias, apresente um plano de prevenção de incêndios com padrões do Corpo de Bombeiros.

O Batalhão Escolar foi representado pelo Coronel Francelino, que informou que as localidades já contam com o apoio das rondas ostensivas da Rádio Patrulha e PELOPES.

Durante as visitas, a Secretaria da Educação, Izabel Oliveira, acompanhou e prestou esclarecimentos a equipe de vistoria, além disto, ela se comprometeu em cumprir com os prazos e as solicitações impostas nas notificações.

O Promotor da Comarca de Joaquim Gomes, Paulo Barbosa, falou ao 40graus, que enquanto Ministério Público, é seu dever verificar no local, as denuncias que chegam até o Gabinete, principalmente quando se trata da segurança e do bem-estar de crianças e adolescentes em escolas públicas.

Por enquanto, o promotor alega que não cabe quaisquer ação de responsabilização do município por danos ao aluno ou funcionário público, visto que as situações que aconteceram não incorreram em danos físicos as pessoas envolvidas.

Reportagem de Hígor Silva


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