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Cidades

Experiência de educação contextualizada de Delmiro Gouveia é apresentada em Juazeiro (BA)

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Foto: Ascom PMDG

Foto: Ascom PMDG

Nos dias 12 e 13 de junho – em Juazeiro (BA) aconteceu um encontro promovido pela Fundação Joaquim Nabuco – Fundaj – cujo tema foi; “Semiárido e Educação: ontem, hoje e perspectivas”. A proposta foi reunir entidades e pessoas da área da educação e partilhar de suas experiências nos diferentes contextos do semiárido brasileiro. Ao final da reunião, um documento foi formulado para propor algumas ações e encaminhado ao Ministério da Educação, tendo como objetivo a criação de uma política pública para desenvolver a educação no semiárido brasileiro.

Durante os dois dias do evento, foram apresentadas experiências educacionais que obtiveram êxito e que serão referências para a base da proposta apresentada ao MEC. Uma das experiências apresentadas foi a desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Delmiro Gouveia com a implantação do Programa Educacional de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável (PEADS), programa desenvolvido pelo Serviço de Tecnologias Alternativas (SERTA) desde 1994. A experiência do município de Delmiro Gouveia/AL foi apresentada por Kátia Mafra, representando a Secretaria Municipal de Educação e Ana Cristina Accioly, assessora especial da Prefeitura, como parte do Eixo 3: Educação Contextualizada e Política Pública.


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Segundo a reportagem de Carlos Britto: “As soluções que serão encontradas após as apresentações dos trabalhos se baseiam na Educação Contextualizada, proposta desenvolvida pelo educador Paulo Freire. “A Educação Contextualizada é uma forma de ensino que aproxima a cultura da região com a pessoa que aprende. É um ensino revestido da identidade do aluno”, explicou Edilene Pinto, pesquisadora e uma das organizadoras do encontro.

Na opinião do professor adjunto e coordenador do programa de pós-graduação em Educação da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Edmerson dos Santos Reis, a proposta de Paulo Freire é importante porque devolverá ao aluno do semiárido o conhecimento da sua própria cultura com narrativas hegemônicas que desconsideram os contextos e suas singularidades. “Queremos acabar com a única ordem, uma única perspectiva de construir o saber, disseminando uma sociedade única que subverte os valores, as histórias, a cultura e os sujeitos a um modelo predador de desenvolvimento alienante”, afirmou o professor.

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fonte: Correio Notícia


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