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Cidades

Governo reúne 102 municípios para qualificar Atenção Básica

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Repórter: Fabiano Di Pace

Repórter Fotográfico: Olival Santos

O Governo do Estado, por meio da Atenção Básica, iniciou, nesta quarta-feira (22), o ciclo de três Oficinas do Programa de Melhoria da Qualidade do Acesso à Atenção Básica (PMAQ). O evento, que prossegue até esta sexta-feira (24), ocorre no auditório Aqualtune do Palácio República dos Palmares, no Centro de Maceió.

As oficinas, destinadas aos 102 municípios alagoanos, contam com palestras de técnicos do Ministério da Saúde e da Sesau. “As capacitações são destinadas aos coordenadores da Atenção Básica, Saúde Bucal e da Vigilância Epidemiológica, além de técnicos responsáveis pelo e-SUS dos municípios”, informou a gerente de Atenção Primária da Sesau, Tânia Queiroz.

Ela ressaltou, ainda, que PMAQ busca a ampliação da resolutividade, qualidade e acessibilidade da Atenção Básica. “Com a capacitação pode-se traçar um norte para que Atenção Básica continue a exercer sua vital função nas cidades alagoanas”, ressaltou.


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Ministério da Saúde – Também presente ao evento, a representante do Ministério da Saúde, Taís Coutinho, explicou que o PMAQ prevê o monitoramento de dados e acompanhamento dos municípios. “O programa vem atuando desde 2012, auxiliando os gestores municipais na manutenção de uma Rede de Atenção Básica eficiente e capaz de atender as demandas da população”, destacou.

Já o superintendente de Atenção à Saúde, Rogério Barbosa, ressaltou a importância do momento para que todos possam trocar experiência e realizar avaliações técnicas sobre quais são os desafios a serem superados em cada região. “É responsabilidade de todos garantir que a população tenha acesso ao melhor atendimento possível e a Atenção Básica cumpre um papel fundamental, pois atua como reguladora de todo o sistema”, reforçou.

Rogério Barbosa ressaltou, ainda, que investir na Atenção Básica é fundamental, porque evita que a população tenha complicações com doenças que podem ser prevenidas. “Com isso, são evitadas complicações que acabam levando os pacientes a procurar os centros de referência, a exemplo do Hospital Geral do Estado”, salientou Rogério Barboza.

fonte: AMA – Associação dos Municípios Alagoanos


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