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Papo com Janderson: vida na roça, premonição e admiração por ídolos

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Janderson chegou ao Corinthians ano passado, se destacou na base e agora começa a aparecer como esperança no ataque da equipe principal. Ganhou oportunidade como titular, marcou seu primeiro gol no empate com o Goiás e tem recebido muitos elogios pela personalidade dentro de campo.

O momento é de evolução e propício para um bom bate-papo. Afinal, qual é a história de Janderson? Nada melhor que o próprio atacante de 20 anos, apesar de ainda tímido, contar seu passado e revelar bastidores do dia-a-dia no Timão.

Leia e assista entrevista de Janderson à Corinthians TV:

Realção com a vó
Só tenho a agradecer por essa oportunidade que estou tendo no Corinthians, fez com que eu conseguisse trazer minha família para cá também, minha vó, para estar perto, porque a saudade era grande, e ela perto dá mais um alívio.

História de vida
Eu moro no interiorzinho da Bahia, uma cidade chamada Missão de Aricobé, e para falar a verdade, quando eu era menor eu não gostava de bola. Eu gostava mesmo é de cavalo, porque eu nasci na roça, com três anos minha mãe faleceu, aí eu fui criado por vó, mesmo assim eu convivi um tempo na roça e sempre gostei de cavalo, separar os bezerros da vaca para o outro dia meu pai tirar leite. Essa pare era sempre eu que fazia.

Mudança
Depois que eu fui para Missão de Aricobé, que é diferente da zona rural. Tem a Missão e a Santa Maria, que é mais roça do que Missão. Lá tinha uma escolinha chamada Tenerife, e aí eu comecei a jogar, comecei a sair de Missão para Barreiras, para disputar esses torneios, e aí comecei a ver um dom em mim.


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O futebol
A partir desse momento que eu estava indo bem nos jogos, fazendo gols, era decisivo nos campeonatos lá, eu comecei a gostar de bola e peguei uma paixão. A partir daí, deixei um pouco as fazendas, o gado de lado e comecei a dedicar mais no futebol.

Corinthians
Sempre ouvia falar de Corinthians, porque é um clube muito grande. Quando se fala de Corinthians não tem como não lembrar do Ronaldo Fenômeno, foi um ídolo aqui, sinceramente eu nunca imaginei estar aqui hoje, mas com muito trabalho eu me sinto muito realizado por estar no Corinthians e hoje eu só tenho a agradecer por estar em um dos maiores clubes aqui do Brasil.

Dentinho manda recado
O apelido pegou mesmo, Juquinha (risos). Pode deixar comigo que eu vou honrar bem essa camisa do Timão.

Primeiro gol
Tem até uma historinha que ficou só pra mim e ninguém, que depois que eu cheguei em casa, fiquei até pensando. Não sei se todo mundo vai lembrar, mas o penúltimo jogo que eu fui no Serra Dourada eu tomei um choque com o goleiro e saí, fui para o hospital. Não foi um momento tão bom para mim.

Premonição
Quando eu fiquei sabendo que seria titular lá, passou um filme pela minha cabeça e eu sei que meu gol ia sair ali, porque estava pensando assim: aquele dia foi dificuldade, saí de ambulância, tonto, mas aquele jogo com o Goiás ia ser de glória. E antes do jogo eu estava sentindo.

Objetivo
Qualquer jogador pensa em fazer história pelo clube, pensa em ser abraçado pela Fiel, então, eu estou aqui para fazer história, quebrar recordes, quero primeiro conquistar título pelo Corinthians. Penso em fazer muitas histórias por aqui.

O post Papo com Janderson: vida na roça, premonição e admiração por ídolos apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.

Source: Gazeta Esportiva


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