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Cidades

Prefeitura de Joaquim Gomes realiza programação em celebração ao Dia Nacional da Luta Antimanicomial

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No dia 18 de Maio, realizamos uma grande caminhada contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes, no município. Mas a nossa luta não acabou por aí, neste mesmo dia também é marcado como o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, e foi na manhã desta terça-feira, (28) de maio, que realizamos um evento em alusão ao dia, através do Centro de Atenção Psicossocial de Joaquim Gomes, com todos os usuários do CAPS, em frente à unidade de apoio.


A Secretária Municipal de Assistência Social, Danielle Praxedes, junto com o Secretário de Esporte, Carlos Jovino, Coordenador da Atenção Básica, Edilson Marques, representante do pólo base da Aldeia Wassu Cocal, a psicóloga Lysia Bonfim, e toda a equipe do Centro de Atenção Psicossocial – JG, participaram do ato.
Uma galeria com artesanatos, desenhos em telas e tecidos, feitos pelos usuários, ficaram expostas ao público, como forma de mostrar os talentos e dons de pessoas que possuem algum tipo de transtorno na saúde mental. Músicas e apresentações também fizeram parte do evento.


Segundo o psicólogo e coordenador do CAPS JG, Thiago Duarte, o 18 de Maio marca a luta que reforça a importância de se ultrapassar formas excludentes e violentas de tratamento das pessoas em sofrimento mental em prol da reinserção social daqueles que, por muitas décadas, foram considerados como uma ameaça à sociedade. Em entrevista Thiago agradeceu ao Prefeito Adriano Barros, por dar o total apoio em ações voltadas à área da Saúde, como também em outros setores da administração municipal.


O Movimento da Reforma Psiquiátrica se iniciou no final da década de 70, em pleno processo de redemocratização do país, e em 1987 teve dois marcos importantes para a escolha do dia que simboliza essa luta, com o Encontro dos Trabalhadores da Saúde Mental, em Bauru/SP, e a I Conferência Nacional de Saúde Mental, em Brasília.
Com o lema “por uma sociedade sem manicômios”, diferentes categorias profissionais, associações de usuários e familiares, instituições acadêmicas, representações políticas e outros segmentos da sociedade questionam o modelo clássico de assistência centrado em internações em hospitais psiquiátricos, denunciam as graves violações aos direitos das pessoas com transtornos mentais e propõe a reorganização do modelo de atenção em saúde mental no Brasil a partir de serviços abertos, comunitários e territorializados, buscando a garantia da cidadania de usuários e familiares, historicamente discriminados e excluídos da sociedade.

Por Anderson Claudio.


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