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Cidades

Secretário de Saúde de Marechal Deodoro, Aerton Lessa, apresentou trabalho no qual robô orienta e alerta população sobre tratamento de doenças

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O Estado de Alagoas, por meio da Prefeitura de Marechal Deodoro, foi o único do Norte e Nordeste a apresentar uma iniciativa exitosa, nessa quarta-feira (21), no Workshop Experiências Gestão em Atenção Primária do Hospital Israelita Albert Einstein, em Brasília, cujo evento se encerra nesta sexta-feira (23). O trabalho – considerado uma iniciativa pioneira – foi apresentado pelo secretário de Saúde do Município, Aerton Lessa, com o tema “Superando desafios de monitoramento e promoção de saúde com tecnologia”.

De acordo com o gestor de Marechal Deodoro, o projeto consiste no monitoramento da saúde da população por mensagem via aparelho celular. “Começamos o monitoramento em Igaci (quando gestor daquela pasta) com o uso de tablets, no qual os agentes de saúde visitavam as casas e com isso multiplicavam a ação deles, mas em uma feira em São Paulo conheci a nova ferramenta que cadastra o telefone das pessoas e a monitora via celular, complementando assim o trabalho com os tablets”, comparou.

Aerton explicou que a nova tecnologia – com o uso do robozinho com inteligência artificial – faz com que os pacientes hipertensos e diabéticos, por exemplo, recebam informações de especialistas sobre doenças, multiplicando o poder de visita dos agentes, já que o monitoramento além de presencial será também de forma virtual. “Se houver um surto epidêmico na região, a população é informada de imediato sobre como tratar e onde se dirigir”, destaca o secretário de Saúde.


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Segundo ele, o projeto monitora o surgimento das doenças de veiculação hídrica – pioneiro no mundo neste aspecto – e quando percebe os sintomas de leptospirose e diarreia, o  robô gera um alerta e informa como a população deve tratar a água e se tiver diarreia orienta a procurar a Unidade de pronto Atendimento (UPA). Aerton ressalta ainda que o trabalho de Alagoas se destacou no evento pela simplicidade, uso inteligente da tecnologia e pelo baixo custo.

“O nosso foi o único a ser exposto pelo Norte e Nordeste e chamou a atenção – em se comparando com outros semelhantes, a exemplo do Viva Rio que tem um call center com 30 pessoas envolvidas – enquanto no nosso caso o monitoramento da população é feito por meio de um robozinho de inteligência artificial que faz um trabalho muito parecido e com custo 90% menor”, concluiu.

 

Mary Wanderley

Assessoria de Comunicação do Cosems

fonte: AMA – Associação dos Municípios Alagoanos


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