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TCU rastreia ‘possíveis pagamentos irregulares’ em estatais federais

Informações foram divulgadas pelo próprio TCU

Informações foram divulgadas pelo próprio TCU
Saulo Cruz/TCU

O TCU (Tribunal de Contas da União) está investigando “possíveis pagamentos irregulares” a colaboradores de estatais federais.

Sob a relatoria do ministro Vital do Rêgo, o TCU determinou à Sest (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais) que identifique as empresas “não dependentes” que, na verdade, deveriam ser classificadas como “dependentes”. As informações foram divulgadas no site do TCU.

Essa classificação é crucial para se verificar a regularidade dos pagamentos de PLR (Participação nos Lucros ou Resultados) aos empregados, bem como de RVA (Remuneração Variável Anual) aos dirigentes.

É que as estatais classificadas como dependentes não podem pagar esses valores nem ultrapassar o teto constitucional.

Leia também: Guedes e TCU se aproximam para trabalhar nas privatizações


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A Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais deverá realizar a identificação, em 60 dias, das empresas estatais consideradas formalmente “não dependentes”, mas que receberam aportes de capital da União nos últimos cinco anos e que, “por força no disposto no artigo 2.º, inciso III, da Lei de Responsabilidade Fiscal, deveriam ser classificadas como dependentes”, explicou o ministro-relator Vital do Rêgo.

A Corte de Contas também determinou que a Secretaria das Estatais forneça a relação de todos os empregados e dirigentes que receberam valores mensais acima do teto constitucional.

Além de informar ao TCU, a Secretaria terá de passar a relação de todos os colaboradores que receberam PLR ou RVA entre 2013 e 2017.

Para evitar que eventuais pagamentos irregulares voltem a ocorrer, o Tribunal estabeleceu que a Secretaria desenvolva ferramenta no Siest (Sistema de Informação das Estatais).

Essa ferramenta deverá fazer a verificação automática das remunerações de todas as empresas estatais não dependentes, após o fim de cada exercício.

O objetivo é verificar se as “não dependentes” continuaram a fazer jus a essa classificação. Caso se mostrem, na realidade, como dependentes, deverão obedecer ao teto constitucional e não pagar PLR ou RVA.

Sobre a situação específica da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o ministro Vital do Rêgo explicou que, na sessão do TCU de 10 de abril, “foi concedida cautelar para que a Infraero, ante a sinalização de dependência em relação ao Tesouro Nacional, passe a respeitar o teto constitucional remuneratório”.

Source: R7


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